Pequenas empresas buscam crédito para salários, mas bancos dificultam

O governo anunciou uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a pagarem os salários dos seus funcionários, em meio à crise gerada pelo coronavírus. Porém, empresários e entidades reclamam que o dinheiro não chega à ponta final por burocracia e exigências dos bancos. Os bancos dizem que o dinheiro está à disposição. A linha de crédito para bancar a folha de pagamento por dois meses, anunciada no final de março, é ofertada em conjunto entre o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), responsável por 85% do crédito, e os bancos privados, que ficam com 15% do total. O empréstimo tem carência de seis meses para primeira parcela, prazo de 30 meses para pagar e taxa de juros prefixada em 3,75%, condições válidas para empresas que tiveram faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões no ano de 2019.

Segundo dados do Banco Central, só 1% do Orçamento (R$ 413,4 milhões de um total de R$ 40 bilhões) foi emprestado.

FONTE: https://www.uol.com.br/

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